quarta-feira, 22 de abril de 2009

s s c


ssc
As organizações sociais e educacionais ligadas à comunidade BDSM
consideram que as bases das atividades SM devem seguir as linhas do "são, seguro e consensual". Levando-se em consideração que podemos realizar qualquer atividade de maneira atropelada e perigosa, SM não é mais perigoso do que esquiar, por exemplo, ou do que qualquer outra atividade esportiva.

Seguro

Seguro é se conhecer as técnicas e preocupar-se com os itens de segurança que estão envolvidos no que você está fazendo, atuando, então, de acordo com esse conhecimento. Segurança envolve a responsabilidade de proteger você mesmo e seu parceiro das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), incluindo a infecção pelo vírus do HIV.

Enquanto a mídia freqüentemente oferece um retrato de comportamentos SM extremos, a realidade é que um grande número de BDSMistas não vai além de um divertido spanking. Assim como existem maneiras de se reduzir riscos de determinadas atividades, como mergulho em profundidade, por exemplo, ou até dirigir um carro, existem maneiras de se reduzir riscos e engajar-se num comportamento SM seguro.

A comunidade SM organizada é ativa tanto em promover seminários sobre segurança quanto no ensino das técnicas de como se engajar nessas atividades de maneira segura. O fato de praticantes SM não encherem salas de emergência de pronto-socorros todo o fim de semana é uma indicação de que esses programas funcionam. Parece óbvio que se as práticas SM resultassem, com razoável constância, em ferimentos, a imprensa estaria com os holofotes voltados a esses fatos, para o entretenimento de seus leitores.

São

São é saber diferenciar entre a fantasia e a realidade. Avaliações fictícias sobre SM têm sido, muitas vezes, distorcidas com objetivos fantasiosos e, portanto, não representam a situação real dos relacionamentos que têm, por base, o SM.

São também é poder distinguir entre doença mental e sanidade. Uma maneira real de distinguir doença mental e sanidade é observando se o padrão de comportamento de um indivíduo causa problemas em sua vida. Lavar as mãos até tirar a pele ou de maneira tão freqüente que chegue a afetar suas atividades diárias, por exemplo, é um sinal de doença mental. SM, como qualquer outro comportamento, pode ser um sinal de problemas psiquiátricos. Entretanto, a vasta maioria de seus praticantes considera que o SM enriquece suas vidas, inclusive reconhecendo melhorias em outras áreas de suas existências.

Consensual

Consensual é respeitar os limites impostos por cada um dos participantes durante todo o tempo.

Consentimento é o ingrediente primordial, fundamental do SM. Uma diferença entre estupro e intercurso sexual é o consentimento. Uma diferença entre violência e SM é o consenso. O mesmo comportamento pode ser criminoso sem o consentimento e muito prazeroso com o consentimento.

O tipo e os parâmetros de controle são acordados entre os envolvidos e o consentimento de todos é necessário. Alguns participantes usam uma palavra de salvação, que é uma palavra escolhida para sinalizar que a cena deve diminuir de intensidade ou parar.

Rick Houlberg(*) escreveu em "The Magazine of a Sadomasochism Club: The Tie That Binds":

"A única regra fundamental, na qual os membros do Clube insistem e que cada membro deve sempre sustentar, é que todas as atividades SM devem ser consensuais, seguras e não exploradoras. Como crianças não são consideradas capazes de dar seu consenso, todas as atividades podem envolver somente adultos. As regras de consenso e segurança são constantemente reforçadas. Assuntos como segurança e etiqueta, incluindo restrição ao exibicionismo e ao uso de drogas consideradas pesadas, são firmemente colocadas como orientação aos novos membros e encontram-se presentes em todo material impresso pelo Clube."


(*) Rick Houlberg (1993). "The Magazine of a Sadomasochism Club: The Tie That Binds." Journal of Homosexuality 21 (1/2), Haworth Press: pg. 167-83.


Para ter acesso ao conteúdo original do NCSF, acesse: http://www.ncsfreedom.org/what.htm

quinta-feira, 16 de abril de 2009

COLEIRA VIRTUAL


virtual
Hoje com essa facilidade que existe na tecnologia de estarmos conectados com o mundo praticamente, adaptem a nova realidade. E por isso, o crescimento de coleira virtual.
Quando um sentimento é verdadeiro, não há distância que possa impedir que tal sentimento se concretize.

Se existe verdade e sinceridade entre os dois envolvidos, é válida uma coleira virtual, mas isso não pode se tornar algo que possa ser levado durante todo o relacionamento.

Defendo que um ,compromisso pode se iniciar ali, um relacionando pode ter os teus primeiros alicerces, olhar nos olhos, cheirar, sentir, tocar, gozar. Nada melhor do a velha e boa realidade.

domingo, 12 de abril de 2009

WAX II



Cuidados a serem tomados

uso de cera líquida é bastante difundido no meio BDSM, pelo prazer que proporciona aos parceiros. Como, neste caso, estamos lidando com calor e, portanto, com possibilidades de queimaduras, não custa nada ter alguns cuidados para evitar acidentes.

consideração, a sensibilidade de seu parceiro.

O tipo de cera que se está usando. A cera mais indicada para esse tipo de atividade é a de parafina, pela temperatura em que ela começa a se derreter. Não use velas de cera de abelha, pois elas necessitam de uma temperatura muito alta para derreter, trazendo risco de queimaduras. Velas coloridas e/ou com perfume também não são indicadas. Além de não sabermos que tipo de corantes estão misturados à parafina (o que abre possibilidade até para crises de alergia), estes mesmos corantes também derretem a uma temperatura maior que a parafina branca.

A distância que se coloca a vela do corpo do parceiro, o que vai determinar, , a temperatura que ela vai estar quando alcançar a pele. Uma boa maneira de saber se a temperatura está adequada é testar na parte interna de seu braço.

Lembre-se sempre, Comece de uma distância mais alta e, se a temperatura, ao alcançar a pele do parceiro, estiver aquém do desejado, diminua a distância, mas sempre aos poucos.

sábado, 11 de abril de 2009

camisinha feminina





A camisinha feminina

Ainda pouco popular no Brasil, a camisinha feminina é feita de poliuretano. Este material, além de ser anti-alérgico, é mais resistente que o latex da camisinha masculina, e, ao mesmo tempo, por permitir uma maior passagem do calor, oferece maior sensibilidade. » Você sabe usar a camisinha feminina? A camisinha feminina mede 16 centímetros e tem uma espécie de anel em cada extremidade. A sua função é a mesma que a masculina. Como método anti-concepcional, a camisinha feminina tem uma eficácia de 90%, e como proteção contra doenças sexualmente transmissíveis, mais de 99%. Recomenda-se o uso de um lubrificante à base de água. Como colocar: Ajoelhada, deitada ou sentada, dobre o anel menor da camisinha com os dedos e introduza a camisinha até que o anel esteja bem junto do osso púbico (5,5 centímetros do canal vaginal). Para fora da vagina ficam cerca de 4 centímetros da camisinha, mais o anel externo, que deve cobrir os lábios vaginais. Sua colocação lembra a do diafragma e dos absorventes internos.

Fonte : site terra

ponto g existe ?


O Ponto G

Depois do "pontocom", o "ponto" mais procurado por quem busca sexo e prazer é o tal do Ponto G.
Ponto de Gräfenberg, G-Spot para os ingleses, o polêmico local situados na vagina seria o responsável por um dos maiores mitos do século que passou. Como todo mito, não se sabe se as probabilidades de sua existência são tão incosistentes quanto à dos gnomos, mas como estes, tem enorme popularidade. Nos últimos tempos, tornou-se o verdadeiro graal do sexo, não faltando os peregrinos fanáticos que partiram em sua busca a qualquer preço, sem jamais conseguir sucesso, e os fiéis que garantem terem presenciado sua aparição durante o ato sexual.
Não há provas de que o ponto G seja mesmo o responsável pela ejaculação feminina, que, segundo a lenda, chega a jorrar em quantidades de fazer inveja aos produtores de sêmen - os homens. Descoberto, ou inventado, pelo obstetra alemão Ernst Grafenberg no final da década de 40, sua localização dá margem a especulações sobre a existência de algo ali, mais ou menos três centímetros adentro na vagina. Lá existe uma grande confluência de terminais nervosos, o que é garantia de sensibilidade, mas nem todas as mulheres são sensíveis a ponto de aumentar o seu tesão durante uma transa. Saiba um pouco mais sobre o ponto G.
O PONTO
Para começar, o ponto de G não é um interruptor ou uma tomada que pode ser acionada a qualquer momento. Também não é um ponto, mas, sim, uma região localizada na parte anterior da vagina, cerca de três centímetros do osso púbico ou um pouco mais acima, dependendo da mulher. Neste local existe uma grande confluência de terminais nervosos. De acordo com estudos, para algumas mulheres é uma região de alta sensibilidade quando manipulada ou tocada pelo pênis. Outras não sentem quase nenhuma excitação no local, sendo que algumas têm até vontade de urinar pela proximidade com as paredes da bexiga.
Durante a estimulação do ponto G, algumas mulheres podem produzir uma secreção abundante, que é expelida no momento do orgasmo. Este líquido não deve ser confundido com urina ou o lubrificante natural da vagina. A este fenômeno dá-se o nome de ejaculação feminina.
A RECEITA
Nos casos relatados sobre a ocorrência da ejaculação feminina, o líquido ejaculado era ralo, transparente e formado por um composto de ácido prostático fosfatoso, glicose, frutose, sais minerais e muito pouca uréia.

Informações da revista New Scientist

terça-feira, 7 de abril de 2009

E EU É QUE SOU DOIDO !!!

Por Por Rocío Gaia/ Agência EFE



Nem sempre o sexo gera prazer, relaxamento e bem-estar. Muitas pessoas têm dor de cabeça antes, durante ou depois das relações sexuais, e há casos em que pode promover um quadro depressivo.

Assim como alguns remédios de eficácia e benefícios comprovados para o corpo ou a mente de quem os toma, o orgasmo e o ato do amor também podem causar alguns "efeitos colaterais" desagradáveis ou incômodos, e, às vezes, prejudiciais. Quase 1% da população costuma ter ao longo do ano, e pelo menos em alguma ocasião, uma dor de cabeça tanto antes, durante ou depois de manter relações sexuais.



A Sociedade Brasileira de Cefaléia (SBCe) indica em seu site que, segundo a classificação internacional de cefaléias, a atividade sexual é um dos fatores que podem desencadear dores de cabeça, dentro de um grupo de causas da dor que ainda são pouco compreendidas e, por isso, requerem exames cuidadosos.


A cefaléia associada ao sexo geralmente começa com uma dor nos dois lados da cabeça enquanto a excitação sexual aumenta, e o incômodo fica cada vez mais intenso até o momento do orgasmo, segundo informações do SBCe. A dor pode ocorrer tanto antes quanto apenas depois do clímax sexual.


O paciente desse tipo de cefaléia – assim como de outras cuja dor é intensa – costuma recorrer primeiro a um serviço médico de emergência, mas a SBCe recomenda uma investigação completa e detalhada do quadro de dor, com exames apropriados e consulta com um médico especialista em dores de cabeça.


Este problema pode ser aliviado ou reduzido com algumas mudanças no estilo de vida, como praticar exercícios físicos regularmente, perdendo peso e deixando o álcool e o fumo. Também existem remédios que ajudam a melhorar a situação, se a pessoa não se beneficiar destas medidas.


A dor da cefaléia sexual benigna costuma durar de um minuto a três horas desde seu início e vai aumentando – paradoxalmente – à medida que aumenta o prazer.


Tristeza do amor


De acordo com uma pesquisa espanhola, 45% das pessoas com dor de cabeça consideram que sua vida sexual é regular ou ruim, mas 13% afirmam que a cefaléia desaparece quando mantêm relações sexuais.


Em algumas pessoas, principalmente jovens, o sexo pode até desencadear uma depressão passageira, porque, durante o clímax, parece haver uma redução de atividade em uma região cerebral relacionada ao medo.


O psiquiatra americano Richard A. Friedman, especialista em depressão e transtorno bipolar, descreveu vários casos deste tipo, que costumam aparecer com certa frequência nas consultas de alguns psiquiatras e psicólogos ou sexólogos.


O especialista menciona os casos de pessoas em torno de 20 ou 30 anos que, após manter relações sexuais, sentem-se deprimidas durante um dia, experimentam um período de entre quatro e seis horas de depressão intensa e irritabilidade após o orgasmo ou que sentem uma depressão intensa durante várias horas após o sexo. Segundo Friedman, não é raro experimentar um pouco de tristeza depois do prazer sexual, embora os pacientes mencionados "sentiam um intenso mal-estar que durava tempo demais".


O psiquiatra encontrou uma possível relação entre a depressão pós-sexo e a química cerebral. Friedman lembra que, em 2005, o doutor Gert Holstege, da Universidade de Groningen (Holanda), utilizou uma técnica de diagnóstico por imagem denominada "tomografia por emissão de posítrones" para verificar o cérebro de homens e mulheres durante o orgasmo. Com isso, descobriu uma diminuição na atividade da amídala cerebral, a parte do cérebro que intervém no processamento dos estímulos que causam medo na pessoa.


Destaques


- A Sociedade Brasileira de Cefaléia (SBCe) indica que a atividade sexual é um dos fatores que podem desencadear dores de cabeça.


- Cerca de 45% das pessoas com dor de cabeça consideram que sua vida sexual é regular ou ruim, mas 13% afirmam que a cefaléia desaparece quando mantêm relações sexuais.


- Em algumas pessoas, principalmente jovens, o sexo pode até desencadear uma depressão passageira, porque, durante o clímax, parece haver uma redução de atividade em uma região cerebral relacionada ao medo.

MINHA OPINIAO :
acho q eles nunca tiveram uma boa noite de sexo,ou são um bando de brocha
q tomam uns comprimidos e se esforção pra te ereçao por isso a dor de cabeça !
bem e eu é q sou doido por gostar de bdsm .

oq vc acha disso tudo ? deixe sua opiniao.

castelo

imagens baixadas pela internet ,daremos os creditos ou removeremos se alguem se sentir ofendido